Bem Vindo ao sítio do Grupo Folclórico da Casa do Povo de Ceira
Historial

Ceira, doada em Setembro de 1180 por D. Afonso Henriques, ao Chanceler Julião que a coutou, foi em 1512 outorgada com foral por D. Manuel I que lhe deu o nome de Vila Nova de Ceira.

Uma tradição local diz que antes do assoreamento do rio, a freguesia constituía um importante porto fluvial.

Ceira é aliás uma povoação muito antiga, já conhecida dos Romanos que, segundo alguns historiadores, lhe chamavam Célia ou Celium mas tudo leva a crer que fosse Célia.

A povoação também aparece registada com a grafia Seyra.

Ceira é uma povoação do concelho de Coimbra, tem uma área de cerca de 14 Km? e dista 6 Km da sede do concelho.

 

A freguesia é irrigada a norte pelo rio Mondego, a sul pelo rio Ceira e pelo afluente esquerdo, o rio Dueça ou Corvo.

Os habitantes da freguesia são essencialmente trabalhadores, a maioria trabalha na cidade em diversas profissões, a outra parte dedicou-se à agricultura e aos viveiros de árvores, muito conhecidas e apreciadas em todo o país e estrangeiro.

A ideia de criar o GRUPO, nasceu do entusiasmo resultante do cortejo realizado em COIMBRA em 1960 por ocasião das festas da cidade, onde participaram pessoas em representação da CASA do POVO de CEIRA.

Era a imagem das gentes do quotidiano das gentes de CEIRA, que se faziam transportar ora no tractor de barco pelo rio CEIRA seguindo-se o MONDEGO até COIMBRA.

 

 

«Fiel representante da freguesia de CEIRA e da região de COIMBRA, foi fundado em MAIO de 1962, o GRUPO FOLCLÓRICO DA CASA DO POVO DE CEIRA, que adopta trajes que reproduzem o vestuário desta freguesia dos finais do Século XIX, prolongando-se pelos princípios do Século XX, fruto de pesquisas e recolhas, trabalho exaustivo dos seus componentes, das quais nunca abdicam e em função das mesmas conseguem manter vivas tradições, usos e costumes da sua terra.»

São a prova fiel desse trabalho, os trajes das LAVADEIRAS do RIO CEIRA, do CARREIRO, do CAVADOR, do VINDIMADOR, do MALHADOR do TRIGO, do VIVEIRISTA, do RESINEIRO, do CORDOEIRO, do MARCHANTE, do BARQUEIRO do RIO CEIRA, do MOLEIRO, dos DOMINGUEIROS dos ROMEIROS, dos NOIVOS RICOS, dos NOIVOS POBRES, da CEIFEIRA, da CAMPONESA, da PASTORA, da CEDEIRA, da CARQUEIJEIRA, da FLORISTA, da VENDEDORA de ARTIGOS da HORTA, da VENDEDORA de AREIA FINA e BORRALHA, da LEITEIRA, do TRAJE de ROMARIA, do FUTRICA, da TRICANA de COIMBRA de 1830 e TRICANA de 1910

 

 

As danças e cantares que constituem o seu vasto repertório, foram todas recolhidas na região de Ceira e são todas populares.

Está filiado na FEDERAÇÃO do FOLCLORE PORTUGUÊS e na ASSOCIAÇÃO de FOLCLORE e ETNOGRAFIA da REGIÃO do MONDEGO.

É considerado de interesse FOLCLÓRICO pelos SERVIÇOS CULTURAIS da CÂMARA MUNICIPAL de COIMBRA.

Tem editado dois discos, duas cassetes e um CD.

Possui na sua sede uma sala museu onde guarda tudo o que vai recolhendo.

 

 

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